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terça-feira, 29 de novembro de 2011

1 Campanha: Vem para a Bahia, Sophia!

Sou fã da Carina e por esse motivo, aceitei com a maior felicidade, participar desta campanha. Junto com o Verbologia Pink e o Confissões Literárias, estamos fazendo a campanha que vai trazer a Carina Rissi para Salvador! é isso ai. Para participar (se você tem blog) é só colocar o banner no seu blog e deixar um comentário (http://verbologiapink.blogspot.com/2011/11/campanha-vem-pra-bahia-sophia.html#comment-form) no verbologia, para que a Tamy possa adicionar o banner do seu blog, e também assinar a petição (http://www.peticoesonline.com/peticao/vem-pra-bahia-sophia/273) e divulgar! Afinal, quando tivermos o maior número de incrições, vamos enviá-la para a editora e para a própria Carina, e podemos assim trazer a Carina para a nossa amada cidade.
Então é isso galera, vamos assinar a petição e divulgar a campanha!

sábado, 12 de novembro de 2011

5 #Resenha: Perdida - Carina Rissi


O blog andou parado devido a motivos técnicos, mas agora estou aqui para mais uma resenha. E dessa vez fresquinha! acabei de ler o livro e vim correndo escrever esta resenha. Perdida é sem dúvidas um dos meus livros favoritos!

Editora: Baraúna
Autor: Carina Rissi
470 Páginas
Skoob

Perdida: um amor que ultrapassa as barreiras do tempo.

Sofia Alonzo é uma verdadeira mulher do século XXI, trabalha, odeia o seu chefe Carlos, tem um apartamento, mora em uma metrópole e não vive sem o celular- este o qual responsável por tudo o que vai acontecer. Assim uma grande parte das mulheres deste século, Sofia trabalha muito e isso a fez deixar de lado algumas coisas, como o amor. Arranjar um marido e constituir uma família é uma coisa que definitivamente não estão em seus planos. Por isso, quando Nina (sua melhor amiga) conta que irá convidar o namorado pra morar com ela, Sofia não gosta, porém apóia a amiga.
Quando acidentalmente deixa o celular cair na privada, Sofia se vê obrigada a comprar um novo aparelho, e é ai que tudo muda. Ela adquire um novo aparelho de uma senhora super suspeita e quando o liga é teletransportada para o ano de 1830. E como em um conto de fadas é resgatada pelo belo Ian Clarke, que ajuda Sofia em tudo.
Ian é um cavalheiro e eu estou apaixonada por ele, sempre gentil e atencioso é um verdadeiro príncipe encantado. Sofia é levado por ele para a sua casa, onde é apresentada a doce Elisa (irmã de Ian) e a espalhafatosa Teodora. Além também é apresentada aos costumes do século XVIII (ao fato de não existir banheiros nesta época), estes Sofia continua repudiando, sempre falando gírias e se recusando a vestir todas as peças do vestuário da época. Confesso que esse dois pontos me tiravam várias vezes do sério quando eu estava lendo o livro, eu ficava com raiva de Sofia por causa das gírias e indignada por ela não entender que estava em uma época diferente e que ela deveria vestir aqueles vestidões, espartilho e tudo o que se pede.
“Ian me observou, os olhos assustados. Deduzi que ele pensava que eu era louca. E eu o apoiava incondicionalmente neste caso. Pés de Alface!
- O que é tão engraçado?- perguntou
- Nada.- respondi ofegante, por culpa do riso incontrolável. Lágrimas surgiram do canto dos meus olhos. – É só que... O pé de alface...- mais riso histérico.- Desculpe, só que é tão...
-Se preferir pode usar os sabugos. – disse Ian, o rosto sério.” (Pag – 73)

A trama se dá as dificuldades, erros e acertos que Sofia dá em 1830, além das mensagens sempre enigmáticas que recebe do seu celular. Ao passar das páginas vemos o romance entre ela e Ian, evoluir tanto que quando eu lia as páginas sentia borboletas no estômago assim como Sofia, Ian é apaixonante!

“-Não estou me saindo muito bem. Mas esta é primeira vez que me apaixono. – e sorriu timidamente.” (Pag-285)
Demorei um pouco para entrar no clima do livro, pelo fato de Sofia não me descer a garganta com todas as suas gírias, mas depois (devo confessar a maior parte por Ian) de algumas situações não consegui desgrudar do livro e não o larguei até acabar. Perdida é um ótimo livro, com uma linguagem fácil a autora soube conduzi-lo bem e qualquer um devora as 470 páginas do livro rapidinho. É um daqueles livros que não importa o final, sempre vai dá um gostinho de quero mais.
“ – Liberdade! – zombei.- Minha alma já não me pertence mais . Como posso ser livre?” (Pag- 334)
Posso falar mais um pouquinho de Ian? Ele é lindo, romântico, gentil, atencioso, forte e tem uma pegada...
 

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